Essa é uma história sobre o tempo
Apressado, mas sempre pronto
Cruzando-se nas entrelinhas
No passo apressado
No ticar do relógio
O tempo dos que não tem tempo
Do que não perdoa
Do que não para
Do que não volta
Solene
O senhor do mito
Do passado, presente e futuro
Onde não se existe não o primeiro nem o último
E o que o do meio, em instantes, não pertence mais
Assim, num estalar de dedos
Se retira sem aviso prévio
A pressa que corre em direção ao fim
O qual não se saber o paradeiro
O que está acontecendo agora já não existe mais
É melhor fazer as pazes
Não tem começo, nem fim
Nem como, nem por que..
Perfeito, sublime
Sagaz, adjetivado...
O tempo é pra todos
Mas nem todos tem tempo...

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